Sábado, 5 de Julho de 2008
Rota das feiras prossegue em Sintra

A Feira Romana marcou o início da «Rota das Feiras», uma iniciativa da Câmara Municipal de Sintra. E com o passado fim-de-semana dedicado à Feira Romana, este por sua vez dedica-se à Feira Medieval com o seu término no próximo Domingo. Nesta feira o visitante encontrará: música, malabarismo, gastronomia, teatro, artesanato e artes circenses. Poderão visitá-la em S. Pedro de Sintra, no Largo D. Fernando II, com horário das 15h00 às 23h30.

 

 

O que achei mais porreiro não foi o espectáculo de fogo que o vídeo mostra, mas antes as duas armaduras medievais que se encontravam à venda numa das bancas. São excelentes objectos de decoração. E ambas já se encontravam vendidas.

Para além destas duas feiras, estão ainda previstos torneios medievais a cavalo nos dias 12 e 13 de Julho entre as 15h00 e as 20h00 no centro histórico de Sintra (frente ao Palácio Nacional de Sintra); e mais uma feira, desta feita uma Feira Setecentista, entre 25 e 27 de Julho, no largo do Palácio Nacional de Queluz, com o seguinte horário: sexta-feira realiza-se das 17H00 às 23H30, já no sábado e no domingo realizar-se-á das 15H00 às 23H30.


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publicado por Daniel Marques às 02:43
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Sexta-feira, 4 de Julho de 2008
Sweet Coffee - Holdin' On (Ao vivo)

 

 

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Bom fim-de-semana!


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publicado por Daniel Marques às 09:00
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Quinta-feira, 3 de Julho de 2008
Afinal trata-se de um concurso

A entrevista de emprego de hoje é apenas mais uma entre as dezenas a que já fui. Terei de passar 3 eliminatórias – dada a quantidade de candidatos – para uma vaga que poderá situar-se entre: operador de caixa, repositor ou vendedor.

Fazer eliminatórias para vagas de emprego deste género, é chegar ao nível da «Família Superstar». Qualquer dia há sorteios de emprego, vende-se emprego ou faz-se um leilão e posteriormente amortiza-se o valor no salário mínimo.


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publicado por Daniel Marques às 22:23
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O sono (ou a falta dele)

Hoje é mais uma daquelas noites. O fim da Primavera além de me trazer mais um peso na idade, traz também aquelas noites, que apesar de ainda não serem excessivamente quentes, a temperatura é alta o bastante para me tirar o sono. Estas noites deviam ser passadas na areia de uma praia a ouvir o rebentamento das ondas. Porque só lá para meados de Setembro é que o sono voltará a ser o que era.


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publicado por Daniel Marques às 03:51
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Terça-feira, 1 de Julho de 2008
Firefox 3 e os problemas com o Flash Player

Tenho lido em diversos blogs que algumas pessoas se deparam com problemas no que toca ao Flash quando em utilização com o Firefox 3. Como eu fui um dos que se deparou com esse problema, dado que os vídeos em Flash empancavam ao fim de uns segundos e/ou ficavam sem som, venho partilhar a minha solução para quem encontrou problema semelhante.

A solução é simples: bastará desinstalar o Flash 9 e fazer download da versão beta 10. A mim resolveu-me o problema dos vídeos. Apesar de que não me agrada nada usar versões beta, mas vídeos em Flash é um caso de vida ou de morte.

Atenção que este problema ao que parece não é generalizado. No computador da minha irmã, por exemplo, com Firefox 3 e Flash 9 tudo corre na perfeição. Daí que se não tiverem problemas é preferível aguardarem pela versão final do Flash 10 do que instalarem a versão beta do mesmo.


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publicado por Daniel Marques às 15:41
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Segunda-feira, 30 de Junho de 2008
«Murtosa, me passe a chupeta do minino!»

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publicado por Daniel Marques às 18:12
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Domingo, 29 de Junho de 2008
Nicho de mercado por explorar: gladiadores, artesãos e feirantes de época

Há qualquer coisa que me está a escapar. Todos os anos a Câmara Municipal de Sintra organiza feiras de época, seja para comemorar o feriado municipal (hoje), seja para dinamizar o espaço público com actividades. Acontece que os anos têm passado, e os feirantes/artistas que cospem fogo, fazem malabarismo, se mascaram ou assam o porco-espinho à «moda medieval», são na sua maioria – larguíssima maioria – espanhóis. Será que não há em Portugal empresas de eventos que cubram este nicho? É que quando visito uma destas feiras não espero encontrar tudo quanto é cartazes ou etiquetas escritas em castelhano. Estarei num El Corte Inglés medieval?

A carência de oferta é tal, que numa aldeia historicamente romana, a Câmara Municipal de Sintra lembrou-se – e muito bem – de organizar uma feira romana. Óptimo! Feira romana nunca tinha visto por estas bandas. Mas espera lá, são novamente espanhóis tal como a feira medieval?! Espanhóis tal como a feira árabe?! Os espanhóis legendários e gladiadores do costume?! E agora, numa feira romana, totalmente diferente de todas as outras feiras, novamente espanhóis?!

Com a aproximação, apercebo-me da elevada actividade militar no recinto – passa por mim um grupo de soldados romanos – momento em que aprecio espanhóis a falarem latim. Sem que isso me detenha, penetro (adoro esta expressão) pela feira dentro. Qual não é o meu espanto quando me apercebo que a dita feira romana não é assim tão romana, pois sou surpreendido pelos… árabes! Árabes? O que fazem os árabes com aquelas tendas do costume na novíssima feira romana? Será uma invasão?! E como se isso não bastasse, em plena feira romana, oiço música árabe electrónica! É neste momento que me sinto envolvido pela mística da feira e em vez de ser levado para a época que pretendem retratar, sou levado para merda nenhuma.

Nesta «feira romana» apercebi-me de pelo menos duas barraquinhas portuguesas: um casal de artesãos que fazia uns bonecos em barro semelhantes aos Pinipon e um vendedor de remédios para as «dores nos ossos». E claro, a venda do Turron de Alicante – produto tipicamente romano – corria às mil maravilhas. Valha-me o remédio para as «dores nos ossos».

 

 


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publicado por Daniel Marques às 00:52
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Sábado, 28 de Junho de 2008
Mariquices Web 2.0

Quando tinha o blog em alojamento próprio, com uma instalação Wordpress, tinha acesso a uma grande quantidade de plugins que permitiam adicionar novas funcionalidades ao blog. Com o tempo fui perdendo o interesse, até porque comecei a ganhar a noção de que muitas dessas novas funcionalidades não passavam de mariquices. Recordo-me por exemplo do «share this», cuja função seria partilhar o conteúdo do blog com sites agregadores. Acontece que poucas ou nenhumas pessoas usavam essa funcionalidade, até que a decidi retirar. E a pouco e pouco fui retirando mariquices que no meu entender apenas criavam ruído.

Eu gosto das coisas o mais simples possível. O conteúdo que produzo, quando visto na generalidade, não se debruça sobre algo de concreto, nem tão pouco é tematicamente definido, é antes, abrangente e recreativo. E como os meus visitantes normalmente não estão para perder muito tempo no blog, até porque para além dos textos não há mais conteúdo que justifique uma permanência prolongada, quanto menor for o ruído em volta do cerne do blog, melhor!

O que mais me agrada nesta minha nova fase do blogging é a despreocupação com a vertente técnica e a dedicação apenas e só à criação de textos. Mas há uma mariquice em particular que gosto bastante e que até está aliada à tal simplicidade que me agrada: o meu domínio próprio – danielmarques.net (para quem ainda não souber). É neste ambiente minimalista que me sinto bem. Design leve, sem muita confusão, com um domínio simples e fácil de decorar.

Mas vendo bem, eu continuo a ser um maricas com o blog. Até porque um espaçamento a mais na barra lateral, uma tag mal aplicada, um texto desorganizado; é o suficiente para me desmotivar e retirar o desejo de escrever o que quer que seja.

Desde que dei início a este novo espaço, aproveitei para varrer tudo aquilo que tinha escrito, até porque de todos os blogs que já tive, nenhum deles mereceu a minha preocupação para salvaguardar os arquivos. Nunca o fiz porque considero que o meu comportamento se encontra em constante mutação, gosto de mudar e fugir à monotonia. Se houver algo que se mantenha na minha cabeça inalterado, certamente que mais cedo ou mais tarde dará origem a um novo post. E com esta conversa toda já vai quase um mês de novo blog. Já agora, o que têm achado de tudo isto?


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publicado por Daniel Marques às 17:04
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Sexta-feira, 27 de Junho de 2008
Pagar o justo pelo pecador

No meu tempo de escola recordo-me de alguns professores dizerem: «se alguém se porta mal, ninguém vai ao intervalo». Foi desde aí que me apercebi que até aquele adulto que tinha sido delegado para me ensinar alguma coisa, não tinha sequer capacidade para impor respeito e ordem numa sala de aula.

Hoje já não sou obrigado a permanecer dentro de uma sala com mentecaptos, mas nem por isso me livro da dose. Refiro-me à recente consulta pública que a ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos) realiza até ao dia 7 de Julho. A ideia é a seguinte: pretende-se pôr os cidadãos comuns, bons e regulares pagadores, a pagar as dívidas acumuladas por caloteiros clientes da EDP, num total de 12 milhões de euros.

Ora, uma consulta pública é destinada à participação de todos, inclusivamente dos consumidores bons e regulares pagadores. E como esta consulta pública – sabe-se lá porquê – não tem sido devidamente divulgada, cabe também aos blogs – dado o cariz social e cívico da coisa – participarem na divulgação desta proposta que a mim pessoalmente me indigna e revolta.

A vossa contribuição deverá ser feita para consultapublica@erse.pt e poderão usar o modelo abaixo:

Exmos. Senhores,

Pelo presente e na qualidade de cidadão e de cliente da EDP, num Estado que se pretende de Direito, venho manifestar e comunicar a Vossas Exas. a minha discordância, oposição e mesmo indignação relativamente à “proposta” - que considero absolutamente ilegal e inconstitucional - de colocar os cidadãos cumpridores e regulares pagadores a terem que suportar também o valor das dívidas para com a EDP por parte dos incumpridores.

Com os melhores cumprimentos,

[Nome, …]



publicado por Daniel Marques às 17:38
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Quarta-feira, 25 de Junho de 2008
Efeitos do Simplex na renovação de cartas de condução

Os leitores mais atentos saberão de certo da minha mudança de residência. E quem possui carta de condução saberá que é uma obrigação nossa dar conhecimento da nova morada. Ora, foi precisamente o que fiz a 26 de Fevereiro, desembolsando doze euros por ter tido o cuidado de informar os serviços. Fiquei sem carta de condução e em substituição deram-me uma guia provisória válida por 120 dias, em tamanho A4 (pequenina, portanto). Não contava que passados estes meses, ainda tivesse à espera da carta de condução, o que me obrigou hoje a ir novamente ao Gabinete de Apoio ao Munícipe renovar a guia por mais 120 dias.

O programa Simplex é isto mesmo: acabar com a Direcção Geral de Viação e criar o Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, complicando as abreviaturas e a vida dos cidadãos. E dado que está tudo empancado – até porque o funcionário afirmou que quem pediu em Janeiro ainda não recebeu – aconselho-vos vivamente a ponderarem a resolução de algum assunto que envolva esta(s) entidade(s).



publicado por Daniel Marques às 18:41
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