Sexta-feira, 1 de Agosto de 2008
Sobrevivi!

A tarefa de desmontar coisas tem sido sempre mais fácil do que quando as tive de montar. Para hoje, programei desmontar o candeeiro da minha falecida avó materna de modo a levá-lo para a nossa futura casa. Revivi as alturas de quando o montei. Felizmente, tenho uns tijolos que sobraram das obras do quintal para fazerem altura. Antes de subir disse à minha irmã: «Se cair sabes o número da mãe? Tens aqui o meu telemóvel.» E pronto, o que fui eu dizer. Passou o tempo todo a rir-se e a tentar agarrar o escadote. Encontrar-me neste momento a contar-vos a história é muito bom sinal!


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Publicado por Daniel Marques às 17:26
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Quinta-feira, 31 de Julho de 2008
Magalhães, o puto estúpido

Quando tinha entre os 7 e os 10 anos, o meu pai mandou instalar uma parabólica rotativa de 1,20m em nossa casa. Foi o meu regalo durante horas e horas a ver conteúdos para adultos, nomeadamente um programa que passava na RTL onde umas bailarinas mostravam as mamas. Mais tarde – que é como quem diz, um ou dois anos depois – já andava montado em cima de uma casal boss para ir às pinhas e fazer corridas com outros vizinhos da minha idade, obviamente sem os pais saberem.

Isto para dizer que, ter um computador para crianças, que não é um computador tão bom como o da mamã ou do papá, é uma estupidez e um desperdício de dinheiro. Eu cresci, porque quando era pequeno experimentei e usei coisas para adultos. Só um puto estúpido vai querer um computador para putos.



Publicado por Daniel Marques às 21:44
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Sexta-feira, 13 de Junho de 2008
Manhã do passado Sábado

Na minha futura casa (as obras ainda não estão concluídas) o terreno já estava a precisar de uma limpeza. Foi o que se fez no passado fim-de-semana. Interrompeu-se o descanso para produzir este vídeo magnífico, que inclui uma amostra do que de melhor existe no meu portátil quando se trata de música pimba anglo-saxónica.

 

 


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Publicado por Daniel Marques às 14:25
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Segunda-feira, 9 de Junho de 2008
Em directo do quintal

Está bom tempo. Está sol e o calor aperta. Cá fora no quintal andamos nas pinturas. Os vasos ganham nova cor, as hastes dos estendais também. Enfim, são actividades que na pacatez desta aldeia, na companhia da família, tornam estes fins-de-semana especiais ao som dos pássaros.

Buzinadelas, gente em cima de carros, foguetório, nem ver. Estamos longe de tudo isso. Todo o alienismo em redor do europeu chega-me pelo que leio na Internet. Mas logo, quebrando a esvaimento do início da noite, que bem que me vai saber ver um Holanda - Itália. Espera-se um grande jogo. Mas por agora, e porque a tecnologia já o permite, debaixo de um chapéu-de-sol, numa espreguiçadeira, cá estou de volta do blog. E o melhor é que daqui a pouco vem o almoço.



Publicado por Daniel Marques às 12:57
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Segunda-feira, 2 de Junho de 2008
Saber dar uso à toalha de banho

A minha cadela veio cá para casa em 97, tinha o tamanho da palma da minha mão. Enquanto a trazia dentro do carro lembrou-se de marcar território e vazou a bexiga precisamente no meu colo.

Como veio muito nova para perto de nós foi relativamente fácil (dado o elevado QI) ensinar-lhe algumas regras, nomeadamente no que à higiene diz respeito. Hoje sabe onde fazer as necessidades, reconhece o chamamento, compreende os gestos e as indicações que lhe damos quando vai à rua não necessitando por isso de trela. Aliás, nem coleira usa e quando usa é na época mais quente do verão de modo a livrar-se das pulgas já que anda livremente durante todo o ano no quintal.

Mais do que saber onde deve fazer as necessidades, sabe também quem é a mãe cá em casa e os irmãos. Talvez seja instintivo e compreenda que embora eu passe mais tempo com ela, as ordens da minha mãe superam as minhas. Compreende portanto a hierarquia familiar cá de casa.

Reconhece os objectos que lhe pertencem: a banheira de bonecas cor-de-rosa onde toma banho e a toalha castanha já rasgada da quantidade de vezes que nela sozinha se enxugou ao Sol. E é precisamente este último momento passado há duas semanas que o vídeo em baixo mostra.

 

 


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Publicado por Daniel Marques às 01:39
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