Existe a falsa ideia de que pondo um vídeo no YouTube, o nosso vídeo adquire mais visitantes do em qualquer outra plataforma. Também tinha a mesma ideia até começar a usar o SAPO Vídeos.
Não tenho uma explicação para isto, mas usando o mesmo vídeo com as mesmas tags, obtenho mais visitantes no SAPO Vídeos do que no YouTube, em que no YouTube ainda tive o cuidado de adicionar tags em inglês.
O vídeo mostra a minha cadela a esfregar-se numa toalha. Foi adicionado no dia 17 de Maio no YouTube e até ao momento obteve 50 visitas. No SAPO Vídeos foi adicionado no dia 1 de Junho e já vai em 288 visitas. Como se explica uma diferença tão grande, ainda para mais num vídeo que foi adicionado mais recentemente?
Quer queiramos quer não, o SAPO gera muito tráfego. Pude verificar isso mesmo quando o meu blog foi destacado. Recebi mais visitas em 2 dias do que o Google alguma vez me deu num mês inteiro. E continuam a chegar, vindas do site dos blogs.
No SAPO Blogs há até um truque simples para se obter mais visitantes: usar as tags mais destacadas e a horas de maior acesso. Assim o nosso blog surge no topo dessa tag e recebe mais cliques.
Andei esta madrugada a testar o serviço SAPO Vídeos. O vídeo publicarei aqui no blog, caseiro, tal como este novo modelo sugere.
A comparação tinha de ser feita e se querem saber, o SAPO saiu a ganhar. Fui descobrir no serviço português uma funcionalidade que senti muita falta no YouTube: uma barra de progresso. E esta barra faz todo o sentido, pois os vídeos não são conteúdos propriamente pequenos, ainda para mais quando temos um upload baixo. Convém por isso ter informação sobre que percentagem de vídeo já foi enviado. Mas o SAPO Vídeos supera o YouTube noutro aspecto: é que quando se dá início ao upload do vídeo, no serviço português toda a página fica inactiva, ficando apenas com a barra de progresso ao centro, ora, no YouTube enquanto decorre o upload os links da mesma página continuam activos, e diga-se que aquela quantidade de avisos que por lá aparecem não ficam nada bem.
Sabemos também que a maioria das pessoas que visualizam vídeos não são “produtores”, ou seja, a maioria não tem sequer registo nestes serviços. No YouTube quem não tem perfil definido leva por defeito com uma qualidade standard do vídeo publicado. Se queremos que por defeito surja a máxima qualidade do vídeo, teremos de ter registo com isso mesmo definido no perfil. Fico sem perceber qual a vantagem do serviço em disponibilizar vídeos de qualidade inferior à original, o que muitas vezes leva a que as pessoas reclamem que os vídeos do YouTube têm uma qualidade miserável.
E assim, no pouco tempo de utilização que levei do serviço português, já posso afirmar que o YouTube é um serviço com qualidade de feira. De facto cá, já se faz melhor.
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